sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O conjunto da Obra

Ingressos recolhidos?

Todos nos seus respectivos lugares??

Quem disse que a poesia está morta?


Bom, tenho um amigo, um irmão gaúcho (Marcos Ster) e ele me enviou um texto que era uma poesia. Ao ler o texto, fiz minhas considerações que acabaram por dar formas a continuação das linhas dele...


Segue o texto do meu amigo com minha parte, espero que gostem...


Pombo
Não sou lindo.

(A beleza é passageira!)

Quem ocupa este posto é o pôr-do-sol.

Não sou amado. Muito menos desamado.

Amado é aquele mendigo

encuralado pelas grades do sempre.

(Marcas). Sigo meu vôo.


Beijos do pombo.


Eu.


Marcos Ster


>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>


Querido amigo,
texto bem redigido...

parece ter sido

escrito

por um anjo abatido

interrompido

ou contido

pelo excesso de seu amor,

que chegou a debruçar na flor

e esta não soube fecundar

esqueceu de orvalhar

e por isso podou o anjo

de voar.


(Alexandre Hallais)



Marcos, tu és irmão... Como já te falei, apesar da distância nossa amizade é bem próxima...


Todos os créditos para esse maravilhoso escritor... MARCOS STER -

Palavras de um mundo incerto


Fiquem na paz.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Olha lá quem vem do lado oposto... (Los Hermanos)




Vejo poucos, mas continuo enxergando. Falo aos poucos, mas continuo falando... somos nós que centralizamos as verdades e condecoramos a hipocrisia?



Poucos são os braços que mantêm a posição: equilíbrio.Confesso que os meus estão cansados e erguer meus dias estão bem trabalhosos. Levantar meu pensamento é um sacrifício e ao redor... meu caderno pautado vazio, meu diário eletrônico mudo, pelado, severo comigo.Não pense que faltam palavras porque essas quebram em praia deserta e paradisíaca, o que há???Uma solução indigesta de indícios de mediocridade em turvos objetos incapazes de reluzir a verdade que insiste em iluminar meu caráter. Tenho sede de adentrar em vidas remotas e descobrir o lençol sobre sol das manhãs. Não concordo com a vida que é citada nas manchetes, mas minhas notícias não são lidas... sinto-me escrito por transparência.Não tenho o dito equilíbrio tão recomendado por especialista, pois em meu mundo os especialistas cometem enganos e os terapeutas procuram fazer análise e eu incito uma diversidade absoluta e desregrada capaz de confundir ao próprio criador.Levantar para onde quer que seja é capaz de consumir minha última força que é produzida, mas não armazenada em meu corpo lúdico. Tenho sérios distúrbios obsessivos de consertar o mundo, de fazer algo de bom para a humanidade.Repare em meu sorriso prevenido, estancado, quase um grave entre os agudos temáticos que formam o coro. Causo incompreensão, acredite.Espero não destronar os arbustos da vaidade humana em eleger os ditos preferidos e matar os tolos infelizes que não se enquadram no estereótipo do inconsciente coletivo.Equilíbrio é para os poucos loucos que conseguem respirar a merda que somos obrigados a inalar, enquanto nos desrespeitamos continuamente.



Cortejo fúnebre

De repente um pouco passa entre nossos dedos,
Acompanhado de impotência e sentamos na primeira fila
Para assistirmos o drama anunciado.
A morte é um aborto espontâneo ou provocado?
A morte é o resumo de onde conseguimos chegar,
Uma estação vazia
De um lugar, por todos, abandonado.
Pouco se fala por questão ética,
Melhor não tocarmos no assunto?
A morte é um clichê, um bordão, quem sabe?
Um desfecho para o grande palco da vida...
Sejamos capazes de acompanharmos o cortejo...
A vida pare a morte
Amordaçando o amor
Alimentando a saudade.

(Rio, 22 de fevereiro de 2008)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Minhas férias

Bom dia amigos...

Estou de férias! Acho que vocês devem te notado, pois estou muito afastado.
Estou sentindo uma falta de vocês que nem consigo mensurar.

Estou na Ilha Grande - RJ... sou obrigado a beijar esse chão abençoado...

Radicais Livres

Leio suas palavras apesar de minhas cegueira
escuto sua voz através da minha surdez,
e meus dias são mais quentes apesar do teu inverno
eu sei pôr a chaleira para ferver.

Deixo suas mãos soltas para te dar a noção
do que é andar sozinha.
Em instantes, contorno tua cintura e a exponho:
giro seu corpo e a lanço ao ar.
Sei que meu sorriso fecunda teu peito,
crio amor sincero e respeito...
O que acha?
Dar de comer ao bem querer
deixar a vontade se tornar prazer em degustar
paixão, com voracidade.
Perto, não precisa limpar
deixa correr frouxo que os dias se formam
se juntam
como as palavras que pronuncie em seu ouvido.
Deixa o lugar à mesa,
que servirei amor para dois...


Beijos meus queridos amigos e obrigado pelos comentários. Assim que voltar eu dou uma passada em cada um de vocês...

Beijos especiais: Krika, Marcos, Kari, Menina Lunar...

Os outros beijos seguem para todos aqueles que sentem algo ao ler meus textos. Saibam que sem vocês eu não existo e meus textos ficam sem importância. Escrevo para vocês.

AMO VOCÊS

BEIJOS

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Ranhuras




Elvira

Enquanto pronuncio teu nome abreviado,
Engulo teu mar
Nado em felicidade.
Ter esse poder de descoberta
Essa sensação de porta entreaberta
Deixando a cegueira me guiar
Perdido na tua boca devagar.
Sem pressa de ir embora
Voltar ao coração seu,
Eu quero teu cheiro
Eu preciso me trancar na tua liberdade.

Guardo meus pecados de outros dias esquecidos
Lavo as mãos em sua coragem de viver
Persigo meu presente respirando minha alegria
Que só encontro quando vejo você.

Sei mais de mim por deitar ao lado seu,
Por folhear suas páginas de uma vida bem escrita e
Quando da tua alquimia o café é bebido,
Eu não sei o que é certo
Apenas imagino...
E os momentos são eternos
Corridos de braços abertos,
Sem esperar nada encontrar
Sem cobrar
Deixando a vida resolver...

Vejo meus pés e enxergo os passos seus
Toco nas lembranças que pintamos em conjunto,
Encontro algo que nunca perdi, mas achei em você.

(Hallais, Alexandre – Rio, 22/01/08)

sábado, 19 de janeiro de 2008

Breve

Havia resolvido perder por ter me cansado de ganhar,
queria saber qual era o gosto de me acanhar.
Seria fácil de entender, a razão de me perder,
mas o que gostaria era a chance de nunca mais voltar.
Havia ido sem troco no bolso,
fazia da vida platéia eterna,
e precisaria apenas encontrar alguma porta aberta.
Havia me esquecido de sonhar acordado,
resolvi sair completamente destrambelhado.
Havia chorado, mas sem razão para sofrer,
apenas um fardo
criado e calculado.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Carta




Boa noite!


Já estava morrendo de saudades de vocês.



Carta à Monike

O lado melhor de chorar um amor
É conseguir lavar os olhos
Para enxergar que o mundo não partiu.
Apenas ela se foi!
Mas o mundo está aí
Colorido e sonoro,
Mas como?
Mas como esquecê-la?
Então pauso a prosa
E pego um pincel, tinta acrílica e uma tela...
Pinto uma voz!
Passo a mão no violão e desarrumo a casa.
Quebro uns pratos e espanco a almofada,
Sinto desprender-me do ar,
A vertigem, lentamente, vai me segurando,
E por alguns, intermináveis instantes eu fico;
Boca, baba, chão e olhos quase congelados.
O lado pior de ser eu
É carregá-la para sempre,
Porque o amor
Mesmo ingrato é inesquecível.
Os anos vão passar...
Mas a fragrância não sairá...
Sempre dará uma sensação de conforto
Daqueles seus abraços.
O lado engraçado é chorar
Ao vê-la longe,
E sorrir de tristeza por ainda
Escutá-la em meus ouvidos nostálgicos.
Angústia é esperar
Uma tempestade,
Sabendo que as inundações poderão
Levar-me a insensatez.
Conselho à Monike: atire-se em pleno precipício
Quando escutar a primeira trovoada,
Somente para sentir-se...
Você
Novamente.

(Hallais, Alexandre – Rio de janeiro, 28 de março de 2006)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Suponhamos que...




Em um sobrado de Santa Teresa

Ele puxou a cadeira de madeira para o seu lado, arrastando a mobília para seu corpo e sentou ao contrário, abraçando o encosto. Deixou o ouvido aberto e escutou sem rebater. Ela andava de um lado para o outro, no segundo andar daquela casa, antiga casa, de tacos. Conforme ela discursava e ele escutava atentamente, o chão emitia um barulho peculiar de madeira cansada, de amor sobreposto. Ele, de vez em quando, olhava para o forro do teto e os remendos da madeira que eram visíveis: os cupins foram extintos há tempos. Ele, com a mão espalmada, alisava a barba, que estava um pouco irregular, ao som do monólogo interminável. Ela não se incomodava em pisar na bainha da calça, muito menos se aborrecia com o sol que adentrava o cômodo através de uma janela antiga com vidro quase fosco.
Até que ele levantou e começou a caminhar até a escada e de pé em pé foi descendo vagarosamente, enquanto a voz o seguia. Ele chegou ao primeiro andar e abriu a geladeira. Fazia muito calor em fevereiro e o bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro fervia. Pegou a garrafa com a mão da aliança e encheu um copo de requeijão até transbordar. Fez o mesmo ao beber e molhou um pouco sua blusa branca com três gaivotas na frente. A voz o seguia.
Ele foi até a janela e olhou para a paisagem. Deixou o mundo penetrar sua audição, em uma tentativa de inibir o passado. Debruçou um pouco no presente e apoiou os cotovelos em espinhos das flores de um vaso de plantas. Deu um passo atrás e fechou as cortinas. Subiu para tomar um banho.
Entrou no antigo cômodo e havia uma calça jogada pela cama. Ele abriu o armário e separou algumas peças de seu parco vestuário. Separou um tênis e despiu-se. Quando se posicionava para chuveirada, tocou a campainha. Ele enrolou-se na toalha e foi abrir a porta. Uma mulher?
A outra entrou e beijou sua boca segurando o seu queixo e soltou uns risinhos. Jogou a bolsa pelo sofá velho e furado e perguntou se ele queria que ela arrumasse um pouco a bagunça. Ele a olhou e deixou o primeiro andar sem expressão definida. Subiu conversando com seus próprios medos e foi enxergando seus pesadelos. Ele passou rápido pelo criado-mudo e a toalha foi caindo deixando seu corpo desguarnecido. Abriu a torneira e deixou a água fria cair solene. Por um minuto, ele deixou a água cair. Saiu em passou rápidos e volumosos d´água e chegou perto do criado-mudo. Empurrou o antigo porta-retrato e deixou-a olhando para o móvel.
Pôs a roupa, mesmo sabendo que o mundo não serviria mais felicidade. Desceu de qualquer jeito. A televisão ligada preenchia o espaço, fazia companhia. Contou os cigarros no maço...
Olhou ao redor e respirou fundo.
Gritaram na rua e ele foi até a porta. Cartas?
Ele pegou o telegrama e leu seu nome. Abriu lentamente enquanto o carteiro descia a rua.
Entrou e sentou no sofá.
Um telegrama ficou no chão de taco.
A tarde foi caindo e o calor dissipando. A antiga porta do sobrado em Santa Teresa foi aberta por um casal de irmãos recém chegados de Florianópolis. Eles estavam cursando Letras na UERJ. A menina pegou o telegrama do chão e pôs em sua bolsa, enquanto o irmão pedia para ela passar sua camisa. Ele abriu as janelas e ela foi para área de serviço lavar suas roupas.

(Hallais, Alexandre – Rio de janeiro, 27 de dezembro de 2007)






Mudando de assunto...




Bom, muitos foram aqueles que se inclinaram para contribuir com o Jornal, mas alguns também ressaltaram que idéias parecidas foram extintas pelo esquecimento e a ausência de continuidade.




Quero deixar bem claro que procuro amigos empenhados em reatratar verdade e que tenham o compromisso de escrever as matérias.


Todos estão convidados. Adriano Veríssimo, pode entrar que a casa é sua meu amigo. Claro que faz parte de todos os meus planos.


A Krika ficou de me passar umas idéias, mas também conto com aqueles que estão dispostos a fazer parte deste movimento. Hoje, somos poucos e poucos irão nos ouvir, ou ler. Mas amnhã seremos muitos e capazes de mudar a direção dos ventos.


Gostaria muito de poder contar com todos, mas sei que cada um tem sua vida e seus trabalhos... Até eu fico assim... Trabalho muito e quando chego em casa tenho diversas tarefas, e uma delas é cuidar do meu livro publicado e continuar a escrever o meu romance, mas vou escrever.




Por favor, ajudem-me com idéias... Eu estava pensando em pôr o nome do jornal de " O Posto". Mas vocês podem e devem sugerir outros nomes... Vamos fazer uma democracia e depois votamos o nome.


Precisamos definir as colunas. Com o quê você gostaria de contribuir? O que mais se identifica? Qual o assunto?


Vamos definir as colunas... sugestões... não sou ditador... rsrsrs




A participação social é importante para que a sociedade seja mais justa.




Vou aguardar...






Mudando de página...




Espero que 2007 tenha sido maravilhoso para vocês... O meu ano foi incrível. Meu ano foi recheado de felicidades... Estou muito feliz, pois o saldo foi positivo. Também tem o fato de ter conhecido vocês... Lembra Kari??? Marcos??? Meus primeiros posts??? Obrigado ao casal prodígio... Vocês são demais... adoro vocês!!! Adoro MUITÃO!


Eu amo de paixão a Krika. Sem dúvidas, essa mulher faz uma puta diferença em minha vida.


Honey, I'll never forget you. You're my religion, my faith, my beutiful day.




Todos vocês são primordiais em minha vida e saibam que penso em cada um. Sem hipocrisia, sem querer nada em troca... somente a amizade e o viver bem.




Agradeço as críticas que lançaram... saibam que amo mais as críticas que os elogios. A crítica serve para que eu enxergue melhor e aprimore algo que não sei. Muito obrigado por todas. Sempre serão lidas e postadas, para que possamos compartilhar de um universo bem amplo de idéias.




Não citarei todos, mas todos estão em meu coração. Que 2008 seja um ano incrível e que possamos ver o mundo com nossos próprios olhos. O mundo é bom!




FELIZ 2008!!!!




Um beijo, um sorriso e um abraço...




do amigo,




Alexandre Hallais






domingo, 16 de dezembro de 2007

Natal: A festa do capitalismo! Feliz COMPRAS!




As aflições por acúmulo anormal de conforto


Vejo caríssimo. Você amigo lava as mãos nas águas banhadas de interesses impuros. Vejo que ao esfregar teus interesses comuns a você em tua face, acaba por perpetuar um tratado medieval de sangue de origem obscena, pois a ganância nubla teus dias de aparente calmaria, e teus fantasmas não te deixam.
Veja amigo. Veja o preço que está preso à sua pele! Veja a quanto anda o teu último vexame por ser obrigado a sentar-se com os ignorantes. Tua febre e confusão comprada por valores diversos, pedidos aceitos por telefone, enquanto tua mulher dissipa na noite com teu carro de última geração; trabalhadores pagam dívidas às empresas particulares com o próprio alimento que volta às suas bocas, enquanto tua esposa passa com um amante comprado no mesmo ponto de ônibus onde a prefeitura deixou órfão um cidadão. Veja a tua imagem forjada por ditos senhores de bem. Você é tão réu quanto nós. Bebemos o que nos impõe e comemos a cagada que eles fizeram ao mundo, mas não deixe de lavar teu rosto fincado de expressões ensinadas pela globalização. Não deixe de secar tuas costas que são apunhaladas pelo mundo impreciso em que vivemos. Veja amigo, o que não será necessário são as flores para os funerais vincendos, porque a pluralidade de votos favoráveis devasta as terras ingênuas que saboreamos no passado. Teremos que ser enterrados nas terras amaldiçoadas pelas organizações que, como gafanhotos, defloraram a pacificidade. Veja alheio aos teus interesses de oito horas diárias estendidas a mais três sem abono, regidas ao som do chicote do insano instinto de dominação dos “nichos”. Veja que colidimos com nossos princípios, mas buscamos absolvição nas igrejas usuárias do sistema. Encare que até tua fé é paga, quando necessita de ajuda, ou conforto. As tuas preces devem ser as porcentagens exatas da tua purificação, enquanto na porta são comercializados artefatos religiosos por preços caridosos. E não ouse rezar agora, porque não será ouvido. A fome é paga, é criada, é instituída, para que tenhamos os mesmos conduzindo a matança pretérita, porque somente assim a esfera de ação cruel possa ser posta ao patamar de planos governamentais.
Veja o que te fizeram amigo! Tua liberdade caçada em troca dessa constituição demente que rege teus passos e te impede de pensar... pelo menos um pouco. O que te fizeram?
Os respeitáveis senhores de gravatas italianas e de discursos que pouco acrescentam estão empanturrando suas famílias e desmandando aos olhos de um povo que é retido para garantir as safadezas de monopólios invisíveis. São votos de pêsames os que a nossa democracia precisa. Veja meu amigo o estado do Estado. Bombeamos impostos para que ele sobreviva, mas os homens bem apessoados anelídeos provocam desvios de oxigênio por olharem somente a imagem deles no espelho.
Preciso que abandone tuas poses de fotografias e repare os planos de saúde, de capitalização, planos funerais e todas as outras formas de ajoelhar-se para esmolar ajuda seja ela qual for, para que seja atendido. O teu conforto é um prêmio efêmero, que enche tua vida de privações. Veja amigo, talvez, a maior privação seja a impossibilidade de pensar que outros gritam por socorro, e realmente necessitam de atendimento imediato, mas não é interessante ouvir a assembléia manipulada, pois os “doutores” são durões atrás dos gabinetes, porque quando te encaram sozinho berram como bezerros.Vejo que ainda nutre a decadência dentro de ti, mas de certo lavará o rosto e as mãos sujas de dinheiro imundo e mal dividido que financia tua insônia. Desprenda-se da primeira pessoa e conjugue a primeira do plural, porque enquanto nós existirmos poderemos ser capazes de fazer com que o social seja imponente sobre o capital.
Mudando de assunto...
Eu estava pensando em fazer um blog em formato de jornal. Cada um escreveria uma coluna. Cada um doaria um pouco de seu talento.
Krikaaaaaaaaaa!!!!!!!! o que acha?
Kari???
Marcos???
Jana??
e todos os outros amigos que tenho????
Sei lá... poderia ser quinzenal. Cada um escreveria uma coluna sobre determinados temas. Poderia ser qualquer coisa. Tipo: quem escrever sobre cinema, pode criticar a vontade, ou recomendar... Até pensei em uma coluna: FUTILIDADES!
O que acham???

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Voltando ao Casulo: Existirá amor e orgulho



Elementos de um conjunto vazio


Molda
Meu corpo ao teu
E envie-me para teu esconderijo
Que combato tua anemia
Fornecendo minha carne para você
Saciar
A fome de mim.
Engula-me vivo que sobrevivo
Que estrebucho
Que emito radiação elétrica
O suficiente
Para você limpar a boca
E se jogar do alto de seu
Dilema...
Molda teus dias
Aos meus
Que te darei motivos extremos
Para você me dar o endereço do teu
Absolutismo.
Frente ao que há de
Limar as grades que te castam:
Melhor revirar sua vida para eu arrumar
O teu tempo; sincronismo.
Molda teu extrato que é agradável ao meu instinto
Em porções
Assim
Separo as diferenças...
Infecto teu corpo do meu,
Coagulo o que acha razoável
Mesmo sem perceber as mutações
Recolho os pedaços espalhados
Para recompor uma vida intacta.

(Rio, 12/12/07)


Para minha querida amiga Krika.

P.S. - Obrigado pelas mensagens de carinho. Saibam que, faltou-me ar, mas quando lembrei que vocês existem retornei... Obrigado pelo amor e o carinho. Nunca esquecerei de vocês.


P.S.2 - MENINA DE OURO é um dos meus filmes preferidos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Dor

Este casulo, tão dedicado, tão querido por mim, não traz boas notícias.
Infelizmente...
Meu avô faleceu neste momento.

Espero que entendam minha dor e saudade.

Que fique aqui registrado pela última vez o nome que um exemplo de vida...

Te amarei para sempre Vô SEVERINO MONTEIRO DA SILVA FILHO.

Seu neto perde um pouco de brilho, mas nunca a fé que me trouxe até aqui...

Que seja breve nossa separação e que encontre a sua amada que tanto te esperou...

Severino Monteiro da Silva Filho - *1929 - 2007+

Todo meu respeito!

Desculpem...

Amo vocês!