quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Triste fim...

Gente do céu!

Vejo a lentidão com que enrolam o serviço e concluo que minha paciência é obtusa. Digo isso, porque somente eu fico incomodado com a situação. Poucos reclamam que estão sem trabalho... Poucos fazem o que deve ser feitos, no entanto recebem seus salários no final do mês, como se fosse justo. A força de trabalho empregada é ínfima e chega às margens do absurdo. Planilhas e mais planilhas para explicar o porra nenhuma, o nada. Relatórios confeccionados sem o mínimo embasamento, sem a mínima credibilidade. Na maioria das pessoas vejo transbordar a gordura da ignorância com suas partições de comodismo e inveja.
As raízes corporativas estão fadadas ao escuso caos daqueles que encenam tarefas e compromissos. As empresas irão sufocar com as próprias gargalhadas do ócio vicioso e agonizar no ostracismo desfocado da impotência servil.
Monumentos aos póstumos serão erguidos quando as paredes começarem a ruir e amontoar a mistura cinza e morta.

Abdicamos de fazer e ficamos rindo à toa. Ficamos à deriva ou até mesmo encalhados em nosso mar de sujeira.

3 comentários:

Palavras de um mundo incerto disse...

Meu irmão, sinto o mesmo que sentimento que você.

Eles acham que somos máquinas e não humanos.


Grande Abraço!!!


Marcos Seiter

Morena disse...

NOSSA!!! isso foi um tapa na cara e sem luva!

Infelizmente a gt tbm não tem muito o que fazer, pois não adianta um ou dois se manifestarem!

Bjokas
Bom fim de semana

drezito disse...

Em 26 de novembro de 2008 você descreveu o cenário. E hoje? Nada evoluiu, né?