quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Respeito: Mário Quintana!


EU ESCREVI UM POEMA TRISTE




Eu escrevi um poema triste


E belo, apenas da sua tristeza.


Não vem de ti essa tristeza


Mas das mudanças do Tempo,


Que ora nos traz esperanças


Ora nos dá incerteza...


Nem importa, ao velho Tempo,


Que sejas fiel ou infiel...


Eu fico, junto à correnteza,


Olhando as horas tão breves...


E das cartas que me escreves


Faço barcos de papel!



Mario Quintana - A Cor do Invisível

Um comentário:

Palavras de um mundo incerto disse...

Mário quintana: Não existe outro igual.

Barco de papel: eu estou presente.

Abs!

Marcos Ster